Investigados por crimes contra a saúde pública e sonegação fiscal tiveram a prisão temporária mantida. Anvisa também proibiu a circulação de todos os produtos da empresa. (Veja o vídeo no final da matéria).
------
Os desdobramentos da "Operação Casa de Farinha" continuam a movimentar a região Centro-Oeste de Minas Gerais. Na sexta-feira (27 de março), o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) obteve na Justiça a prorrogação da prisão temporária de duas pessoas que haviam sido detidas durante a deflagração da ação na última quarta-feira. Os investigados permanecem presos nas cidades de Arcos e Lagoa da Prata.
------
De acordo com o MPMG, a manutenção das prisões tem como objetivo principal resguardar as diligências que ainda estão em curso. Os alvos são investigados por graves crimes cometidos contra a saúde pública e contra as relações de consumo, além de existirem fortes indícios de sonegação fiscal.
------
A decisão judicial que prorrogou as prisões aponta que a soltura dos investigados neste momento crucial poderia comprometer a integridade e a eficácia da análise de todo o material que foi apreendido pela polícia. Outro ponto destacado pelos promotores é a necessidade de proteger as testemunhas: como ainda há pendência na oitiva de funcionários e colaboradores da empresa, a prisão garante que esses depoimentos sejam prestados em um ambiente livre de pressões, intimidações ou qualquer tentativa de "alinhamento prévio" de versões para despistar as autoridades.
------
Fábrica Clandestina e Produtos Proibidos
Além da esfera criminal, a operação resultou em duras medidas administrativas. Agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Vigilância Sanitária local determinaram a interdição imediata da empresa investigada em cinco endereços diferentes (sendo quatro na cidade de Arcos e um em Lagoa da Prata).
------
Entre os locais fechados pelas autoridades está uma fábrica que operava de forma totalmente clandestina, sem possuir alvará de funcionamento ou qualquer registro ativo perante a Receita Estadual.
------
Diante do risco iminente aos consumidores, os órgãos sanitários também proibiram terminantemente a distribuição, comercialização e circulação de todos os produtos fabricados pela empresa interditada.
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Foto: MPMG / Divulgação
------
Veja o vídeo:
Vídeo: MPMG / Divulgação
Informações: Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG)
📝 Síntese da Matéria
🚨 A Operação: MPMG consegue a prorrogação da prisão temporária de dois alvos da "Operação Casa de Farinha".
⚖️ Motivo das Prisões: Evitar a intimidação de testemunhas, proteger a análise de provas e impedir o alinhamento de versões.
🔎 Os Crimes: Os suspeitos são investigados por graves delitos contra a saúde pública, contra o consumidor e sonegação fiscal.
🚧 Interdição Sanitária: A Anvisa e a Vigilância Sanitária fecharam cinco endereços da empresa (em Arcos e Lagoa da Prata), incluindo uma fábrica clandestina sem alvará.
🚫 Risco ao Consumidor: A distribuição e venda de todos os produtos fabricados pela empresa investigada foram proibidas.
------
Digite no Google: Cerqueiras Notícias
Entre em nosso Grupo do Whatsapp e receba as notícias em primeira mão
(clique no link abaixo para entrar no grupo):
https://chat.whatsapp.com/Ejw50ZcjC5D1ewT1WdWw1E
Siga nossas redes sociais.
🟪 Instagram: instagram.com/cerqueirasnoticias
🟦 Facebook: facebook.com/cerqueirasnoticias
----------------------
----------
O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias.
Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais.
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Cerqueiras Notícias reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Cerqueiras levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.

































